quarta-feira, 28 de março de 2018

Revista de Direito Sanitário: nova edição



A nova edição está disponível com acesso aberto em http://www.revistas.usp.br/rdisan.

REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO - 
v. 18, n. 3 (2018)

Editorial

O eterno conflito entre liberdade e controle: o caso da vacinação obrigatória, por  Sueli Gandolfi Dallari

Artigos Originais

Percepções acerca da responsabilidade civil do psiquiatra por erro de diagnóstico na internação compulsória, por Ricardo Aronne (In memorian) e Fabio de Holanda Monteiro

O programa de controle de infecção relacionada à assistência à saúde em meio ambiente hospitalar e o dever de fiscalização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, por Magno Federici Gomes e Vivian Lacerda Moraes

A mediação como meio de resolução de conflitos na área de saúde, por Wesllay Carlos Ribeiro

Avaliação da propaganda de medicamentos isentos de prescrição em farmácias comunitárias do Município de Niterói (RJ, Brasil), por Patricky Santos Silva, Brena da Costa Campos Rangel e Selma Rodrigues de Castilho

Tema em Debate

O direito à água e saúde pública, por Wladimir António Ribeiro

Água e saúde: fluoretação e revogação da Lei Federal n. 6.050/1974, por Celso Zilbovicius, Regina Glaucia Lucena Aguiar Ferreira e Paulo Capel Narvai

A questão social da fluoretação das águas e a efetivação do direito à saúde, Emerson Tavares de Sousa, por Yago Tavares Pinheiro, Jaiza Samara Macena de Araújo e Jailton Macena de Araújo

Direito das águas - trajetória legal, conflitos e participação social, por Julio Cesar de Sá da Rocha, Luciana Espinheira da Costa Khoury e Ângela Patrícia Deiró Damasceno

Jurisprudência em Perspectiva / Comentários

Responsabilidade penal de pais Testemunhas de Jeová por recusa de tratamento médico em crianças e adolescentes, por Eduardo Rocha Dias e Mariane Paiva Norões

Jurisprudência e Ementário

Resenhas

O Direito Administrativo do risco: a nova intervenção estatal sob o enfoque da segurança alimentar (Cíntia Morgado, Editora Gramma, Rio de Janeiro, 2017), por Patrícia Baptista e Pedro de Hollanda Dionisio

segunda-feira, 26 de março de 2018

Revista de Direito Sanitário debate direito à água e saúde



Neste mês em que se comemora o Dia Mundial da Água (22 de março) e que o Brasil foi sede do 8o Fórum Mundial da Água, a Revista de Direito Sanitário publica sua  mais recente edição - volume 18, número 3 – que debate o direito à água e a saúde pública.

Os três artigos que fazem parte da seção "Tema em Debate" sobre o direito à água e sua relação intrínseca com o direito à saúde têm como fio condutor "o tema da democracia, ou a política como mediadora dos conflitos sociais por meio do direito e de si mesma", como destaca o pesquisador Wladimir António Ribeiro, em seu texto de apresentação do debate.

Outro assunto bastante atual e polêmico, a obrigatoriedade da vacinação, é discutido no editorial "O eterno conflito entre liberdade e controle: o caso da vacinação obrigatória", da editora científica da publicação, Sueli Gandolfi Dallari.

A nova edição também traz artigos originais que abordam a responsabilidade civil do psiquiatra em uma situação de erro diagnóstico na internação compulsória, o controle de infecção no meio ambiente hospitalar e o dever de fiscalização da Anvisa, a mediação como meio de resolução de conflitos na área de saúde e  a propaganda de medicamentos isentos de prescrição em farmácias comunitárias.

Já na seção "Jurisprudência em Perspectiva", os autores Eduardo Rocha  Dias e Mariane Paiva Norões analisam decisão do STJ sobre o HC n. 268.459/SP, que discutiu a responsabilidade penal dos pais por recusa de transfusão sanguínea em paciente menor de idade.

A Revista traz ainda resenha sobre o livro "O direito administrativo do risco: a nova intervenção estatal sob o enfoque da segurança alimentar" (Cíntia Morgado, Editora Gramma, Rio de Janeiro).

Por fim, a seção "Jurisprudência" apresenta uma série de decisões judiciais selecionadas das cortes do Chile, Peru e Uruguai.

Pioneira no Brasil nesse campo interdisciplinar do direito, a Revista de Direito Sanitário é publicada desde 2000 pelo Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo (NAP-DISA/USP) e pelo Centro de Estudos e Pesquisa de Direito Sanitário (Cepedisa).

A nova edição está disponível com acesso aberto em http://www.revistas.usp.br/rdisan.

terça-feira, 4 de abril de 2017

"A escuta da clínica analítica" - novo artigo da Self - Revista do IJUSP


O Volume 2 da Self – Revista do IJUSP traz um novo artigo, intitulado "A escuta da clínica analítica". De autoria de Paula Perrone, o trabalho aborda o "uso da história de vida em uma pesquisa sobre o processo de individuação". De acordo com a autora: "Na análise e na pesquisa, a história de vida é o método que favorece a escuta e ele pode ser enriquecido pela antropologia e pela psicologia profunda." O artigo pode ser acessado em: https://self.ijusp.org.br/self/article/view/13 

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

NAP-DISA/USP lança novo site

O Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo (NAP-DISA/USP) coloca no ar seu novo site: http://napdisa.prp.usp.br.
Com um layout simples e elegante, o novo site é bastante amigável e fácil de navegar e traz informações sobre o Núcleo, seus projetos de pesquisa e atividades em andamento.
Desde 1990, o NAP-DISA/USP promove estudos e pesquisas sobre o direito à saúde no Brasil e no mundo, abrangendo diferentes questões do campo do Direito Sanitário, a partir de uma abordagem transdisciplinar. Com seu trabalho, o NAP-DISA/USP busca contribuir cientificamente para que o direito humano fundamental à saúde seja efetivado no Brasil e no mundo.
Conheçam mais sobre o NAP-DISA/USP em: http://napdisa.prp.usp.br

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Nova edição da Revista de Direito Sanitário


A última edição da Revista de Direito Sanitário (volume 17, número 2) já está disponível , com acesso aberto, em: www.revistas.usp.br/rdisan.
Confira abaixo o sumário:
EDITORIAL, por Sueli Gandolfi Dallari
ARTIGOS ORIGINAIS
Avaliação da satisfação dos usuários de um serviço de saúde público-privado no Nordeste do Brasil e a judicialização da saúde
Evaluation of patient’s satisfaction in a public-private health facility in Northeastern Brazil and the judicialization of healthcare
Geraldo Bezerra da Silva Junior e Eduardo Rocha Dias
Acidentes de trânsito e direito à saúde: prevenção de vidas e economia pública
Traffic accidents and the right to health: prevention of lives and public economics
Guilherme Camargo Massaú e Rosana Gomes da Rosa
Judicialização da saúde e diálogo institucional: a experiência de Lages (SC)
Judicialization of health and institutional dialogue: the experience of the city of Lages (State of Santa Catarina, Brazil)
Felipe Asensi e Roseni Pinheiro
Right to try? Fosfoetanolamina, Di bella e Stamina: uma análise ítalo-brasileira
Right to try? Phosphoethanolamine, di Bella and Stamina cases: an Italo-Brazilian analysis
Elina Magnan Barbosa
TEMA EM DEBATE
Apresentação:
Ética e autonomia da vontade no campo da saúde, por Luísa Neto
Ethics and will autonomy within health issues
Autonomia da vontade do paciente e capacidade para consentir: uma reflexão sobre a coação irresistível
Autonomy of the patient’s will and capacity to consent: a reflection on the irresistible coercion
Silvio Romero Beltrão
A segurança do paciente à luz do referencial dos direitos humanos
Patient safety in light of the human rights framework
Aline Albuquerque
Uso de placebos em pesquisas com fins comerciais: limitações jurídicas à luz do ordenamento brasileiro
Placebo use in research with commercial purposes: legal restrictions in the light of the Brazilian legal system
Fernanda Schaefer Rivabem

JURISPRUDÊNCIA EM PERSPECTIVA / COMENTÁRIOS
Breves considerações acerca do controle jurisdicional de políticas públicas em face do direito fundamental ao meio ambiente ecologicamente equilibrado
Short comments on the jurisdictional control of public policies in the face of the fundamental right to a balanced environment
Ana Paula Myszczuk e Jussara Maria Leal de Meirelles
Todo, para todos y gratis: coordenadas para garantizar la inviabilidad de un sistema de salud
All for all and for free: coordinates to turn impracticable a health system
Elian Pregno

JURISPRUDÊNCIA E EMENTÁRIO

RESENHA:
Direito à saúde - análise à luz da judicialização (Clênio Jair Shulze e João Pedro Gebran Neto, Verbo, Porto Alegre, 2015), por Renato Luís Dresch

segunda-feira, 25 de julho de 2016

REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO - volume 17, número 1

REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO (Journal of Health Law)
Volume 17 – Número 1
Sumário

Saúde do idoso e execução da Política Nacional da Pessoa Idosa nas ações realizadas na atenção básica à saúde
Elderly health and implementation of the Brazilian National Health Policy for Elderly Persons on the performed actions in basic healthcare
Roseli Schminski Vieira e Reginaldo de Souza Vieira

O poder normativo das Comissões Intergestores Bipartite e a efetividade de suas normas
The normative power of Bipartite Inter-Commissions and the effectiveness of their rules
Thiago Marques Leão e Sueli Gandolfi Dallari

La Convention cadre pour la lutte antitabac, dix ans après: la fonction normative de l’OMS a la rescousse de la santé mondiale?
The Framework Convention on Tobacco Control, ten years later: the regulatory function of OMS to the rescue of global health?
Florian Kastler

O controle judicial das políticas e ações de saúde no Brasil
The judicial control of health policies and actions in Brazil
Silvia Badim Marques

O direito fundamental de acesso a medicamentos e a função social da propriedade imaterial no Brasil
The fundamental right of access to medicines and the social function of intangible property in Brazil
Cláudia Karina Ladeia Batista e Mário Lúcio Garcez Calil

A interface institucional entre a ANS e o Poder Judiciário: análise de acórdãos sobre a cobertura de emergências médicas em planos de saúde
The institutional interface between Brazilian Regulatory Agency for Private Health Insurance and Judiciary: analysis of judicial cases about medical care for emergencies in healthcare plans
Bruno Araujo Ramalho

O problema envolvendo as OPMEs e os planos de saúde: contornos e análise da problemática
The problem involving OPMEs and the health plans contracts: outline and analysis of the issue
Paulo Roberto do Nascimento Martins, Bernardo Franke Dahinten e Augusto Franke Dahinten

A responsabilidade solidária das cooperativas que compõem o grupo Unimed
Solidarity liability of the cooperatives part of the Unimed Group – a Brazilian private healthcare insurance
Mario Scheffer e Rafael Robba

Resenha sobre a publicação “Educação e(m) democracia” (Luísa Neto, U. Porto Edições, 2015), por Patrícia Jerónimo

VERSÃO IMPRESSA
A nova edição da Revista de Direito Sanitário também está disponível na versão impressa. Os interessados podem obter informações sobre aquisição de exemplares avulsos ou assinatura do Volume 17 completo pelos e-mails silmara.cepedisa@gmail.com ou revdisan@usp.br, ou ainda, pelo telefone (11) 3061 7774, com Silmara Duarte.

REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO
Volume 17 - Número 1 (versão impressa)
Exemplar avulso: R$ 50,00
Assinatura do Volume 17 completo (Fascículos 1, 2 e 3): R$ 145,00



terça-feira, 19 de julho de 2016

Nova edição da Revista de Direito Sanitário


A nova edição da Revista de Direito Sanitário – volume 17, número 1 – já está disponível com acesso aberto em: www.revistas.usp.br/rdisan.

No editorial da nova edição, Sueli Dallari, editora científica da publicação e professora titular da USP, trata do caso da fosfoetanolamina, substância cujo uso foi autorizado pelo Congresso Nacional a despeito de recomendações de diferentes instituições da área da saúde, como a Anvisa. A editora lamenta “descrédito das instituições, ambiente onde vicejam os aproveitadores de toda espécie” e chama a atenção para os “graves riscos que estão sendo impostos à saúde e ao direito sanitário no Brasil hoje.”  

O pesquisador francês, Florian Kastler, da Université Paris Descartes, Sorbonne, analisa os 10 anos de implementação da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT).  Para o pesquisador, a experiência com a CQCT pode trazer lições para a criação de implementação de “novos instrumentos ambiciosos em outras áreas da saúde”.

Com apresentação da professora da UnB, Silvia Badim Marques, a seção “Tema em Debate” discute o controle judicial das políticas de saúde no Brasil. A pesquisadora destaca que, embora o tema não seja novo, “ainda não temos, em nosso país, clareza e limites definidos sobre até onde deve ir o Poder Judiciário para resguardar o direito à saúde, de forma a não invadir e prejudicar o funcionamento do Poder Executivo e do sistema político no Brasil.”

Os pesquisadores Mario Scheffer e Rafael Robba, da USP, discutem a responsabilidade solidária das cooperativas que formam o Grupo Unimed a partir de uma decisão do Superior Tribunal de Justiça, no comentário “A responsabilidade solidária das cooperativas que compõem o grupo Unimed”.

Primeiro periódico brasileiro a tratar de temas relacionados ao Direito Sanitário, a Revista de Direito Sanitário foi lançada em 2000, com a missão de divulgar o conhecimento e fomentar discussões de temas relacionados a este campo interdisciplinar do Direito, reunindo diferentes áreas da Ciência Jurídica e da Saúde Pública.

Publicada pelo Núcleo de Pesquisa em Direito Sanitário da Universidade de São Paulo (NAP-DISA/USP) e pelo Centro de Estudos e Pesquisas de Direito Sanitário (Cepedisa), a Revista, em seus 15 anos de vida, se consolidou como principal meio de comunicação científica de temas do Direito Sanitário no Brasil.

VERSÃO IMPRESSA
A nova edição da Revista de Direito Sanitário também está disponível na versão impressa. Os interessados podem obter informações sobre aquisição de exemplares avulsos ou assinatura do Volume 17 completo pelos e-mails silmara.cepedisa@gmail.com ou revdisan@usp.br, ou ainda, pelo telefone (11) 3061 7774, com Silmara Duarte.

REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO
Volume 17 - Número 1 (versão impressa)
Exemplar avulso: R$ 50,00
Assinatura do Volume 17 completo (Fascículos 1, 2 e 3): R$ 145,00

Migração e Direitos Humanos

A edição número 23 da Sur Revista Internacional de Direitos Humanos publica o dossiê sobre Migração e Direitos Humanos, com artigos de Saskia Sassen, Catherine Wihtol de Wenden, Pablo Ceriani, entre outras grandes referências da área, um vídeo sobre a migração em São Paulo, dirigido João Wainer, e uma série de charges cedida pela Cartooning for Peace.

A professora Deisy Ventura, pesquisadora do NAP-DISA/USP e do Cepedisa, foi a responsável pela edição do dossiê e também é autora de trabalho que trata do o impacto das crises sanitárias sobre a mobilidade humana.


A publicação está disponível em livre acesso em português, espanhol e inglês pelo link: http://sur.conectas.org/

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Self - Revista do IJUSP

Está no ar a Self - Revista do Instituto Junguiano de São Paulo (Self - Revista do IJUSP), publicação que nasce com a missão de divulgar, disseminar e promover o intercâmbio do pensamento junguiano e contribuir para o desenvolvimento da produção científica no campo da psicologia analítica. 

A revista tem como princípio a multidisciplinariedade. Assim, ela está aberta a receber contribuições de pesquisadores, estudiosos e profissionais de todas as tendências e abordagens da psicologia analítica (e não apenas do IJUSP), buscando se tornar um legítimo canal democrático de divulgação do pensamento junguiano, no Brasil e no mundo.  

Como toda publicação científica de qualidade, os trabalhos encaminhados para a Self serão avaliados por pares, com o intuito de contribuir para o aprimoramento do texto.  Importante destacar que se trata de um sistema de avaliação conhecido por duplo-cego, no qual os autores não conhecem os pareceristas e vice-versa, garantindo assim a lisura e a imparcialidade do processo. 

A democratização do acesso ao conhecimento é outro princípio que guia a revista. Por isso, a Self disponibiliza todo seu conteúdo na internet, com acesso gratuito. Assim, pela rede mundial de computadores, qualquer pessoa no mundo pode ler os artigos publicados. 

O uso da tecnologia em favor das pessoas é mais uma marca da Self.  Todo o processo de produção editorial da revista é online. Os autores encaminham seus trabalhos por uma plataforma digital de submissão de artigos amigável, de fácil entendimento e simples de usar. 

A Self é de todos e, como bem destacou a presidente do Conselho Editorial da revista, Dulce Helena Rizzardo Briza, que todos possam “compartilhar novas ideias, falar do inconsciente e da consciência, enfim, tecer uma preciosa renda feita de conhecimento e generosidade”.  

Em complemento a estas palavras, pode-se acrescentar trecho do editorial da Self, elaborado pelo editor científico da publicação, Ricardo Pires de Souza: “A meta única da revista é contribuir de algum modo para um mundo melhor. E seus idealizadores creem firmemente que isso é possível: que é possível pessoas e um mundo mais harmônicos e menos dissociados; um mundo no qual o acesso à informação e à educação venha a ser cada vez mais facultado a todos.” 

A revista Self está disponível em http://self.ijusp.org.br/self.



segunda-feira, 7 de março de 2016

Revista de Direito Sanitário - nova edição

A nova edição da Revista de Direito Sanitário – volume 16, número 3 – está disponível com acesso aberto na página: www.revistas.usp.br/rdisan

SUMÁRIO

Controle do tabaco: uma análise sobre paternalismo e liberdade (Tobacco control: an analysis on paternalism and liberty), por Laura Bastos Carvalho

A internação psiquiátrica compulsória de um familiar utilizada como medida protetiva a idosos (Compulsory psychiatric hospitalization as a measure for the protection of older people), por Priscila Freitas Ramos, Cristiane Miryam Drumond de Brito

Contratos de parcerias público-privadas na gestão de resíduos sólidos urbanos – estudos de caso (Public private partnerships in solid waste management – case study), por Christine Parmezani Munhoz

Biodireito como lugar de desenvolvimento de perspectivas jurídicas para a proteção da vida (Biolaw as an environment for development of legal perspectives for the protection of life), por Henrique Mioranza Koppe Pereira

Comércio de produtos biotecnológicos no Brasil: uma proposta de interpretação constitucional com base na dignidade da pessoa humana e no direito fundamental à saúde (Commerce of biotech products in Brazil: constitutional reasoning based on human dignity and on the fundamental right to health), por Victor V. Carneiro de Albuquerque

Biobancos: casos de estudio y lecciones para Colombia (Biobanks: case studies and lessons for Colombia), por Paola Andrea Paz Karaman

Os conflitos do consentimento acerca da doação de órgãos post mortem no Brasil (Conflict of consent for post mortem organs donation in Brazil), por Lorena Oliveira Dantas Maynard, Isabel Maria Sampaio Oliveira Lima, Yara Oyram Ramos Lima, Ediná Alves Costa

Responsabilidade solidária dos entes da federação e “efeitos colaterais” no direito à saúde (Solidarity liability of federative entities and “side effects” for the right to health), por Felipe Asensi

Jurisprudência e Ementário

Resenha: Planos de saúde – doutrina, jurisprudência e legislação, de Luiz Henrique Sormani Barbugiani, Saraiva, 2015
Resenha por: Joana Indjaian Cruz

Resenha: Derecho y salud como realidades interactivas, de Jorge Tomillo Urbina e Joaquín Cayón de Las Cuevas (Coord.), Aranzadi, Espanha, 2015
Resenha por: Marcelo Dayrell Vivas


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Publier la Science

O Departamento de Meio Ambiente e Agricultura da França mantém o site Publier la Science com muitas informações e orientações para quem trabalha com publicações científicas.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Webinar para pareceristas

A Elsevier, em parceria com a ABEC, oferece o webinar "How to review a manuscript: step by step guide" em português. 

Esta sessão apresenta um panorama dos principais passos a serem seguidos na avaliação de um manuscrito, com foco no papel do parecerista.

NOVA EDIÇÃO DA REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO

Todos os trabalhos da nova edição da Revista de Direito Sanitário – volume 16, número 2 – já estão disponíveis online e com acesso aberto no Portal de Revistas da USP: www.revistas.usp.br/rdisan.


REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO
VOLUME 16 - NÚMERO 2

EDITORIAL, por Sueli Gandolfi Dallari

ARTIGOS ORIGINAIS

A produção normativa em saúde como um novo campo de estudo
Luiz Carlos Romero

RESUMO: Este artigo faz levantamento e analise do aumento no numero e na qualidade dos estudos sobre produção normativa em matéria de saúde nos últimos anos, como provável consequência tanto do desenvolvimento do Direito Sanitário em nosso país como do crescimento e da diversificação das atividades de assessoramento e consultoria legislativa em nossas casas legislativas. Conclui-se que houve desenvolvimento recente nesse campo de estudo e na produção cientifica em nosso meio, caracterizado pelo crescimento do numero de estudos e publicações com dois focos principais: o conteúdo normativo das leis e a influencia, nos resultados do processo, das regras constitucionais e regimentais que regulam o processo legislativo e favorecem o papel legiferante do Poder Executivo.

Não levando os custos dos direitos a sério: o direito prestacional à saúde pelo Supremo Tribunal Federal
Hector Cury Soares

RESUMO: O presente artigo apresenta o distanciamento entre os apontamentos doutrinários e as decisões do Supremo Tribunal Federal no tocante ao direito prestacional a saúde. Para tanto, são realizadas revisão bibliográfica e analise do conteúdo de decisões do STF em relação ao direito prestacional a saúde. De um lado, a doutrina constitucional define o custo dos direitos como um elemento a ser considerado na teoria dos direitos fundamentais; de outro, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) descarta-o como elemento relevante para a decisão que venha a adotar. O descompasso entre doutrina e jurisprudência implica o prejuízo de uma interpretação constitucionalmente adequada dos direitos sociais prestacionais.

Judicialização da saúde e contribuições da Teoria de Justiça de Norman Daniels
Teresa Robichez Machado

RESUMO: A temática da judicialização da saúde gera discussão em várias áreas de conhecimento, com contribuições, em especial, de juristas, médicos e gestores públicos. Pela diversidade dos atores envolvidos, a gama de temas tratados é farta. Algumas teses destacam os argumentos positivos da judicialização da saúde, outras defendem a necessidade de se estabelecerem critérios ou limitações à atuação judicial. Outros estudos, ainda, ressaltam preocupações com as possíveis consequências negativas desse processo. No intuito de fundamentar uma análise sobre o tema, este artigo pretende realizar uma revisão bibliográfica e adota o instrumental teórico de Norman Daniels, que propõe uma reflexão sobre as necessidades de saúde e o modo como podemos atendê-las, a importância moral da saúde e a desigualdade de saúde considerada como injusta. Conclusivamente, verifica-se que algumas das teses defendidas no debate nacional não se sustentam perante os dados apresentados. A partir do pensamento de Daniels sobre a Teoria de Justiça voltada às questões de saúde, extrai-se do debate brasileiro que não há muitos conflitos quanto à importância moral especial do tema; além disso, há um silêncio quanto ao segundo aspecto da teoria, que se refere à reflexão sobre quando uma desigualdade de saúde pode ser considerada injusta. Propõe-se conclusivamente que a teoria de Daniels acrescente dois importantes pontos ao debate nacional. O primeiro relaciona-se à necessidade de situar os problemas de saúde dentro de uma reflexão maior sobre políticas públicas. E o segundo, quanto à necessidade de que a fixação de limites para o atendimento de demandas de saúde, encaixa-se em uma política pública que vise a melhor atender às necessidades da população, não sendo uma simples avaliação de custo-benefício.

TEMA EM DEBATE

A responsabilidade civil de médicos e de instituições da área médica
Dalmo de Abreu Dallari

Infecção hospitalar e a responsabilização civil nos tribunais brasileiros
José Marcio Carvalho da Silva e Murilo Mariz de Farias Neto

RESUMO: A infecção hospitalar e notoriamente uma das principais problemáticas enfrentadas na atualidade pelas instituições prestadoras de serviço de saúde e pelos profissionais que nela atuam, fato este evidenciado pelo numero crescente de ações propostas na Justiça pelos pacientes ou usuários. Surge, a partir desse cenário, o fenômeno da responsabilidade civil nos casos de infecção hospitalar. As implicações legais desse fenômeno são diversas e envolvem questões relacionadas ao ambiente institucional e a conduta profissional. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo analisar a literatura a respeito do posicionamento dos tribunais brasileiros em relação à responsabilização civil nos casos de infecção hospitalar. São elencados os aspectos conceituais que definem essa síndrome infecciosa e os tipos de responsabilidade civil, as diretrizes jurídicas que orientam a condução da temática e as decisões dos tribunais brasileiros que versam sobre a responsabilidade civil nesses casos. Foi constatado que os julgados têm sido amparados pela distinção entre a responsabilização civil objetiva e a subjetiva, além de estarem conduzidos pelo entendimento da relação de prestação de serviço existente entre a instituição ou profissional de saúde e o usuário ou paciente.

A influência da prova pericial nas decisões judiciais acerca da responsabilidade civil dos médicos
Elias Kallas Filho e João Paulo de Oliveira Fonseca

RESUMO: O presente trabalho tem por objetivo estudar a prova pericial no contexto da resolução das demandas judiciais sobre a responsabilidade civil dos médicos. Para tanto, a pesquisa desdobra-se, inicialmente, sobre um campo teórico, abordando a questão da prova pericial e sua relação com as demais provas admitidas pelo Direito na perspectiva do processo civil pátrio, ressaltando o princípio da persuasão racional do juiz; num segundo momento, a pesquisa recai sobre a análise jurisprudencial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Com a coadunação entre essas duas dimensões da pesquisa, foi possível constatar um elevado grau de convergência entre as decisões do tribunal mineiro e as conclusões da prova pericial.

O Código Civil brasileiro na disciplina da pesquisa com seres humanos
Eduardo Tomasevicius Filho

RESUMO: Este artigo tem por objetivo relacionar as normas éticas sobre pesquisas com seres humanos com o Código Civil brasileiro, lei que trata de diversos aspectos relacionados à proteção da pessoa humana. Em geral, os pesquisadores da área médica desconhecem a legislação civil, não se dando conta das consequências jurídicas dos erros causados pelas pesquisas realizadas. Apresenta-se, no início, um resumo da disciplina ética sobre pesquisas com seres humanos, com o Código de Nuremberg e a Declaração de Helsinque, além da disciplina infralegal no Brasil, realizada pelo Conselho Nacional de Saúde. Em seguida, com o intuito de demonstrar a inexistência de um vazio legislativo nessa matéria, analisaram-se os aspectos do Código Civil relativos às pesquisas com seres humanos, como a personalidade jurídica, a capacidade de agir, os direitos da personalidade e a responsabilidade civil.


TRABALHOS FORENSES

A construção das políticas públicas de saúde: competências administrativas, solidariedade processual e desafios para o fortalecimento do SUS
Patrícia Ulson Pizarro Werner

RESUMO: O artigo apresenta uma reflexão sobre a posição do Poder Judiciário brasileiro em reconhecer a responsabilidade solidária dos entes federativos na prestação dos serviços no Sistema Único de Saúde (SUS). Pretende-se demonstrar a necessidade de não generalizar essa interpretação nos casos de ações judiciais que tenham a força de alterar uma política pública. A questão da solidariedade não deve ser vista aqui pelo ângulo processual, mas sim, de maneira inversa, em relação ao ente da federação que sozinho continuará a não dar conta de atender a demanda. Diante das incontestáveis limitações orçamentárias e de recursos humanos e estruturais, o fortalecimento da promoção do diálogo institucional criará um sistema coerente, transparente e com qualidade crescente, e estimulará a construção de políticas públicas de saúde planejadas de modo legítimo e durador.

JURISPRUDÊNCIA E EMENTÁRIO
Seleção de decisões judiciais do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai, Venezuela, África do Sul e Índia sobre temas relacionados ao direito à saúde.

RESENHAS

"Acesso a medicamentos: direito ou utopia?” (Jorge Bermudez, E-papers, 2014), por Marco Aurélio Antas Torronteguy

"Direitos dos pacientes e responsabilidade médica” (André Gonçalo Dias Pereira, Centro de Direito Biomédico, Coimbra: Coimbra Editora, 2015), por Ana Amorim


VERSÃO IMPRESSA

Em breve, a nova edição da Revista de Direito Sanitário também estará disponível na versão impressa. Os interessados podem obter informações sobre aquisição de exemplares avulsos ou assinatura do Volume 16 completo pelos e-mails silmara.cepedisa@gmail.com ou revdisan@usp.br, ou ainda, pelo telefone (11) 3061 7774, com Silmara Duarte.

REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO
Volume 16 - Número 2 (versão impressa)
Exemplar avulso: R$ 50,00
Assinatura do Volume 16 completo (Fascículos 1, 2 e 3): R$ 145,00