quarta-feira, 8 de junho de 2016

Self - Revista do IJUSP

Está no ar a Self - Revista do Instituto Junguiano de São Paulo (Self - Revista do IJUSP), publicação que nasce com a missão de divulgar, disseminar e promover o intercâmbio do pensamento junguiano e contribuir para o desenvolvimento da produção científica no campo da psicologia analítica. 

A revista tem como princípio a multidisciplinariedade. Assim, ela está aberta a receber contribuições de pesquisadores, estudiosos e profissionais de todas as tendências e abordagens da psicologia analítica (e não apenas do IJUSP), buscando se tornar um legítimo canal democrático de divulgação do pensamento junguiano, no Brasil e no mundo.  

Como toda publicação científica de qualidade, os trabalhos encaminhados para a Self serão avaliados por pares, com o intuito de contribuir para o aprimoramento do texto.  Importante destacar que se trata de um sistema de avaliação conhecido por duplo-cego, no qual os autores não conhecem os pareceristas e vice-versa, garantindo assim a lisura e a imparcialidade do processo. 

A democratização do acesso ao conhecimento é outro princípio que guia a revista. Por isso, a Self disponibiliza todo seu conteúdo na internet, com acesso gratuito. Assim, pela rede mundial de computadores, qualquer pessoa no mundo pode ler os artigos publicados. 

O uso da tecnologia em favor das pessoas é mais uma marca da Self.  Todo o processo de produção editorial da revista é online. Os autores encaminham seus trabalhos por uma plataforma digital de submissão de artigos amigável, de fácil entendimento e simples de usar. 

A Self é de todos e, como bem destacou a presidente do Conselho Editorial da revista, Dulce Helena Rizzardo Briza, que todos possam “compartilhar novas ideias, falar do inconsciente e da consciência, enfim, tecer uma preciosa renda feita de conhecimento e generosidade”.  

Em complemento a estas palavras, pode-se acrescentar trecho do editorial da Self, elaborado pelo editor científico da publicação, Ricardo Pires de Souza: “A meta única da revista é contribuir de algum modo para um mundo melhor. E seus idealizadores creem firmemente que isso é possível: que é possível pessoas e um mundo mais harmônicos e menos dissociados; um mundo no qual o acesso à informação e à educação venha a ser cada vez mais facultado a todos.” 

A revista Self está disponível em http://self.ijusp.org.br/self.



segunda-feira, 7 de março de 2016

Revista de Direito Sanitário - nova edição

A nova edição da Revista de Direito Sanitário – volume 16, número 3 – está disponível com acesso aberto na página: www.revistas.usp.br/rdisan

SUMÁRIO

Controle do tabaco: uma análise sobre paternalismo e liberdade (Tobacco control: an analysis on paternalism and liberty), por Laura Bastos Carvalho

A internação psiquiátrica compulsória de um familiar utilizada como medida protetiva a idosos (Compulsory psychiatric hospitalization as a measure for the protection of older people), por Priscila Freitas Ramos, Cristiane Miryam Drumond de Brito

Contratos de parcerias público-privadas na gestão de resíduos sólidos urbanos – estudos de caso (Public private partnerships in solid waste management – case study), por Christine Parmezani Munhoz

Biodireito como lugar de desenvolvimento de perspectivas jurídicas para a proteção da vida (Biolaw as an environment for development of legal perspectives for the protection of life), por Henrique Mioranza Koppe Pereira

Comércio de produtos biotecnológicos no Brasil: uma proposta de interpretação constitucional com base na dignidade da pessoa humana e no direito fundamental à saúde (Commerce of biotech products in Brazil: constitutional reasoning based on human dignity and on the fundamental right to health), por Victor V. Carneiro de Albuquerque

Biobancos: casos de estudio y lecciones para Colombia (Biobanks: case studies and lessons for Colombia), por Paola Andrea Paz Karaman

Os conflitos do consentimento acerca da doação de órgãos post mortem no Brasil (Conflict of consent for post mortem organs donation in Brazil), por Lorena Oliveira Dantas Maynard, Isabel Maria Sampaio Oliveira Lima, Yara Oyram Ramos Lima, Ediná Alves Costa

Responsabilidade solidária dos entes da federação e “efeitos colaterais” no direito à saúde (Solidarity liability of federative entities and “side effects” for the right to health), por Felipe Asensi

Jurisprudência e Ementário

Resenha: Planos de saúde – doutrina, jurisprudência e legislação, de Luiz Henrique Sormani Barbugiani, Saraiva, 2015
Resenha por: Joana Indjaian Cruz

Resenha: Derecho y salud como realidades interactivas, de Jorge Tomillo Urbina e Joaquín Cayón de Las Cuevas (Coord.), Aranzadi, Espanha, 2015
Resenha por: Marcelo Dayrell Vivas


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Publier la Science

O Departamento de Meio Ambiente e Agricultura da França mantém o site Publier la Science com muitas informações e orientações para quem trabalha com publicações científicas.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

Webinar para pareceristas

A Elsevier, em parceria com a ABEC, oferece o webinar "How to review a manuscript: step by step guide" em português. 

Esta sessão apresenta um panorama dos principais passos a serem seguidos na avaliação de um manuscrito, com foco no papel do parecerista.

NOVA EDIÇÃO DA REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO

Todos os trabalhos da nova edição da Revista de Direito Sanitário – volume 16, número 2 – já estão disponíveis online e com acesso aberto no Portal de Revistas da USP: www.revistas.usp.br/rdisan.


REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO
VOLUME 16 - NÚMERO 2

EDITORIAL, por Sueli Gandolfi Dallari

ARTIGOS ORIGINAIS

A produção normativa em saúde como um novo campo de estudo
Luiz Carlos Romero

RESUMO: Este artigo faz levantamento e analise do aumento no numero e na qualidade dos estudos sobre produção normativa em matéria de saúde nos últimos anos, como provável consequência tanto do desenvolvimento do Direito Sanitário em nosso país como do crescimento e da diversificação das atividades de assessoramento e consultoria legislativa em nossas casas legislativas. Conclui-se que houve desenvolvimento recente nesse campo de estudo e na produção cientifica em nosso meio, caracterizado pelo crescimento do numero de estudos e publicações com dois focos principais: o conteúdo normativo das leis e a influencia, nos resultados do processo, das regras constitucionais e regimentais que regulam o processo legislativo e favorecem o papel legiferante do Poder Executivo.

Não levando os custos dos direitos a sério: o direito prestacional à saúde pelo Supremo Tribunal Federal
Hector Cury Soares

RESUMO: O presente artigo apresenta o distanciamento entre os apontamentos doutrinários e as decisões do Supremo Tribunal Federal no tocante ao direito prestacional a saúde. Para tanto, são realizadas revisão bibliográfica e analise do conteúdo de decisões do STF em relação ao direito prestacional a saúde. De um lado, a doutrina constitucional define o custo dos direitos como um elemento a ser considerado na teoria dos direitos fundamentais; de outro, a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal (STF) descarta-o como elemento relevante para a decisão que venha a adotar. O descompasso entre doutrina e jurisprudência implica o prejuízo de uma interpretação constitucionalmente adequada dos direitos sociais prestacionais.

Judicialização da saúde e contribuições da Teoria de Justiça de Norman Daniels
Teresa Robichez Machado

RESUMO: A temática da judicialização da saúde gera discussão em várias áreas de conhecimento, com contribuições, em especial, de juristas, médicos e gestores públicos. Pela diversidade dos atores envolvidos, a gama de temas tratados é farta. Algumas teses destacam os argumentos positivos da judicialização da saúde, outras defendem a necessidade de se estabelecerem critérios ou limitações à atuação judicial. Outros estudos, ainda, ressaltam preocupações com as possíveis consequências negativas desse processo. No intuito de fundamentar uma análise sobre o tema, este artigo pretende realizar uma revisão bibliográfica e adota o instrumental teórico de Norman Daniels, que propõe uma reflexão sobre as necessidades de saúde e o modo como podemos atendê-las, a importância moral da saúde e a desigualdade de saúde considerada como injusta. Conclusivamente, verifica-se que algumas das teses defendidas no debate nacional não se sustentam perante os dados apresentados. A partir do pensamento de Daniels sobre a Teoria de Justiça voltada às questões de saúde, extrai-se do debate brasileiro que não há muitos conflitos quanto à importância moral especial do tema; além disso, há um silêncio quanto ao segundo aspecto da teoria, que se refere à reflexão sobre quando uma desigualdade de saúde pode ser considerada injusta. Propõe-se conclusivamente que a teoria de Daniels acrescente dois importantes pontos ao debate nacional. O primeiro relaciona-se à necessidade de situar os problemas de saúde dentro de uma reflexão maior sobre políticas públicas. E o segundo, quanto à necessidade de que a fixação de limites para o atendimento de demandas de saúde, encaixa-se em uma política pública que vise a melhor atender às necessidades da população, não sendo uma simples avaliação de custo-benefício.

TEMA EM DEBATE

A responsabilidade civil de médicos e de instituições da área médica
Dalmo de Abreu Dallari

Infecção hospitalar e a responsabilização civil nos tribunais brasileiros
José Marcio Carvalho da Silva e Murilo Mariz de Farias Neto

RESUMO: A infecção hospitalar e notoriamente uma das principais problemáticas enfrentadas na atualidade pelas instituições prestadoras de serviço de saúde e pelos profissionais que nela atuam, fato este evidenciado pelo numero crescente de ações propostas na Justiça pelos pacientes ou usuários. Surge, a partir desse cenário, o fenômeno da responsabilidade civil nos casos de infecção hospitalar. As implicações legais desse fenômeno são diversas e envolvem questões relacionadas ao ambiente institucional e a conduta profissional. Nesse sentido, o presente trabalho tem como objetivo analisar a literatura a respeito do posicionamento dos tribunais brasileiros em relação à responsabilização civil nos casos de infecção hospitalar. São elencados os aspectos conceituais que definem essa síndrome infecciosa e os tipos de responsabilidade civil, as diretrizes jurídicas que orientam a condução da temática e as decisões dos tribunais brasileiros que versam sobre a responsabilidade civil nesses casos. Foi constatado que os julgados têm sido amparados pela distinção entre a responsabilização civil objetiva e a subjetiva, além de estarem conduzidos pelo entendimento da relação de prestação de serviço existente entre a instituição ou profissional de saúde e o usuário ou paciente.

A influência da prova pericial nas decisões judiciais acerca da responsabilidade civil dos médicos
Elias Kallas Filho e João Paulo de Oliveira Fonseca

RESUMO: O presente trabalho tem por objetivo estudar a prova pericial no contexto da resolução das demandas judiciais sobre a responsabilidade civil dos médicos. Para tanto, a pesquisa desdobra-se, inicialmente, sobre um campo teórico, abordando a questão da prova pericial e sua relação com as demais provas admitidas pelo Direito na perspectiva do processo civil pátrio, ressaltando o princípio da persuasão racional do juiz; num segundo momento, a pesquisa recai sobre a análise jurisprudencial do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. Com a coadunação entre essas duas dimensões da pesquisa, foi possível constatar um elevado grau de convergência entre as decisões do tribunal mineiro e as conclusões da prova pericial.

O Código Civil brasileiro na disciplina da pesquisa com seres humanos
Eduardo Tomasevicius Filho

RESUMO: Este artigo tem por objetivo relacionar as normas éticas sobre pesquisas com seres humanos com o Código Civil brasileiro, lei que trata de diversos aspectos relacionados à proteção da pessoa humana. Em geral, os pesquisadores da área médica desconhecem a legislação civil, não se dando conta das consequências jurídicas dos erros causados pelas pesquisas realizadas. Apresenta-se, no início, um resumo da disciplina ética sobre pesquisas com seres humanos, com o Código de Nuremberg e a Declaração de Helsinque, além da disciplina infralegal no Brasil, realizada pelo Conselho Nacional de Saúde. Em seguida, com o intuito de demonstrar a inexistência de um vazio legislativo nessa matéria, analisaram-se os aspectos do Código Civil relativos às pesquisas com seres humanos, como a personalidade jurídica, a capacidade de agir, os direitos da personalidade e a responsabilidade civil.


TRABALHOS FORENSES

A construção das políticas públicas de saúde: competências administrativas, solidariedade processual e desafios para o fortalecimento do SUS
Patrícia Ulson Pizarro Werner

RESUMO: O artigo apresenta uma reflexão sobre a posição do Poder Judiciário brasileiro em reconhecer a responsabilidade solidária dos entes federativos na prestação dos serviços no Sistema Único de Saúde (SUS). Pretende-se demonstrar a necessidade de não generalizar essa interpretação nos casos de ações judiciais que tenham a força de alterar uma política pública. A questão da solidariedade não deve ser vista aqui pelo ângulo processual, mas sim, de maneira inversa, em relação ao ente da federação que sozinho continuará a não dar conta de atender a demanda. Diante das incontestáveis limitações orçamentárias e de recursos humanos e estruturais, o fortalecimento da promoção do diálogo institucional criará um sistema coerente, transparente e com qualidade crescente, e estimulará a construção de políticas públicas de saúde planejadas de modo legítimo e durador.

JURISPRUDÊNCIA E EMENTÁRIO
Seleção de decisões judiciais do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Uruguai, Venezuela, África do Sul e Índia sobre temas relacionados ao direito à saúde.

RESENHAS

"Acesso a medicamentos: direito ou utopia?” (Jorge Bermudez, E-papers, 2014), por Marco Aurélio Antas Torronteguy

"Direitos dos pacientes e responsabilidade médica” (André Gonçalo Dias Pereira, Centro de Direito Biomédico, Coimbra: Coimbra Editora, 2015), por Ana Amorim


VERSÃO IMPRESSA

Em breve, a nova edição da Revista de Direito Sanitário também estará disponível na versão impressa. Os interessados podem obter informações sobre aquisição de exemplares avulsos ou assinatura do Volume 16 completo pelos e-mails silmara.cepedisa@gmail.com ou revdisan@usp.br, ou ainda, pelo telefone (11) 3061 7774, com Silmara Duarte.

REVISTA DE DIREITO SANITÁRIO
Volume 16 - Número 2 (versão impressa)
Exemplar avulso: R$ 50,00
Assinatura do Volume 16 completo (Fascículos 1, 2 e 3): R$ 145,00


quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Dossiê Revista Estudos Avançados sobre a água no Brasil

A nova edição da Revista do Instituto de Estudos Avançados da USP traz um excelente dossiê sobre a situação da água no Brasil, com destaque para o artigo "O estatuto jurídico das águas no Brasil", de Fernando Aith e Renata Rothbarth.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Revista do TCE do Amazonas recebe artigos

A Revista do Tribunal de Contas do Estado Amazonas, periódico semestral da Escola de Contas Públicas do Estado do Amazonas (ECP/AM), torna pública a chamada permanente de artigos, pareceres, comentários jurisprudenciais e legislativos, resenhas de obras bibliográficas, com a seguinte aderência temática: Direito Administrativo, Direito Constitucional, Direito Tributário, Direito Financeiro, Direito Previdenciário, Direito Ambiental, Direito Econômico e Direito Eleitoral. Os textos para esta chamada devem ser enviados até 1 de outubro de 2015. Os artigos enviados após esse prazo serão aproveitados para a edição subsequente, salvo se a revista for dedicada a um tema específico. Mais informações pelo e-mail: revistatceam@tce.am.gov.br.